A esperança e o medo

Nessa recente peregrinação patagônica momentos diversos houveram que me fizeram refletir profundamente sobre a vida. Vôos, turbulências, ausência de vôos, paisagens exuberantes, ambientes e situações inusitadas. Uma mescla de sentimentos tomou conta de mim: contemplação, admiração, saudade, medo (muuuito medo de avião), alegria, fé ... enfim, acho que meus sentidos foram aguçados. Nesse emaranhado de emoções e pensamentos, alguns se destacaram: O que é mais significativo para mim? O que eu devo fazer e ainda não fiz? Pensei em meus amores, meus trabalhos, meus amigos, minha missão, pensei. Fiz promessas a mim mesmo de viver mais intensamente e deixar transparecer a amizade, o amor que sinto e a vontade de estar mais perto, mais vezes, sem máscaras, disfarces, verdade pura. Percebi que quero viver, viver muito, aproveitar melhor as oportunidades que a vida tem dado, a beleza das pessoas com as quais tenho vivido. Por tudo isso, escrevo, incluo você que, com carinho, le meus posts, você que partilha de algum instante em meu cotidiano. Não sei se vou fazer tudo que pensei que deveria, afinal, como disse Voltaire,"A esperança é um alimento da nossa alma, ao qual se mistura sempre o veneno do medo". Espero que possamos realizar mais, tentar mais, sem medo de amar, de empreender, de falar com as pessoas, perdoar, amar, ser amigo, afinal, não sei até quando poderemos voar. Um beijo no coração, Bruno.

Comentários

  1. hahaha medo (muuuito medo de avião)foi engracado,vc tem que perder medo de esquiar tbm bruno kkkkkkkkkkk irao aparecer muitas descidas ainda...tem que se arriscar...viver,né...haha..mto bom o post...bjs

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  2. Verdade! Que venham as descidas!!! Valeu Maitê.

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